quinta-feira, 12 de julho de 2012

Há a vida e há a morte. A morte faz parte da vida e a vida, neste momento, está em morte lenta. Um ou outro exemplo que nos faz vibrar, pouco mais... o futuro a saber a pouco, a ser areia movediça, a trazer um plano cada vez mais nitido de injustiça, de solidão.
Cada vez mais amigos que partem, que não partem, que se afastam e que se embrenham pelas esquinas do tempo nas tristezas das lidas. Em morte lenta. Em vida ameaçada.
Mais do que nunca, o sobreviver a todo o custo salta à vista desarmada. E um viver que não é viver faz-nos pensar que aquele amigo que partiu, afinal, só agora descansa em paz.
Façamos uma pausa para repensar tudo o que bate à nossa porta, e não nos deixemos cair na tentação de morrer antes do tempo.

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